Dawn.

I think my eyes may be blurred
But I like to think about you.
I have no idea on how to keep walking
through this bridge I’ve painted.
Maybe I’m afraid
There are so many uncertainties…

I’d like you to look behind my brown eyes
And you could see the words I couldn’t write,
And if you come into my mind
You could read everithing I haven’t said.

I don’t like tears
‘Cause they fall to the ground;
I like smiles.
They turn the lights on
And there’s no more night
Even though the sun is already set.

Let the day begin.

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Uma madrugada dessas…

Não sei o que meu olhar te diz; não sei se algo teu olhar me diz. Mas quando fecho meus olhos, vejo teu rosto, e o que vejo me agrada.

Caminho sobre a ponte desenhada sobre a tela, sem notar que pela direita vinha o vento, e a ponte balançaria. E eu teria medo. Talvez estivesse arrependido por ter subido na ponte, talvez sentindo medo de cair. Talvez, seja medo de afastar-te de mim.

Sabe, já não me lembrava de fato como é sentir-me assim, como criança a brilhar-lhe os olhos diante de algo novo. Lembrei-me, ainda, que não sei como principiar a tornar o que sinto abstrato em história de algo concreto.

Se meu coração acelera, se minhas pernas vacilam ao caminhar, se minhas palavras correm e meu olhar caminha até ti, o que significa? Há de significar algo para você?

Tudo é tão igual, mas tão diferente. Desejo mesmo é que seja diferente, e que seja bom. Seja um sonho a tornar real, uma história a escrever. Enfim, seja o que houver de ser.