Uma madrugada dessas…


Não sei o que meu olhar te diz; não sei se algo teu olhar me diz. Mas quando fecho meus olhos, vejo teu rosto, e o que vejo me agrada.

Caminho sobre a ponte desenhada sobre a tela, sem notar que pela direita vinha o vento, e a ponte balançaria. E eu teria medo. Talvez estivesse arrependido por ter subido na ponte, talvez sentindo medo de cair. Talvez, seja medo de afastar-te de mim.

Sabe, já não me lembrava de fato como é sentir-me assim, como criança a brilhar-lhe os olhos diante de algo novo. Lembrei-me, ainda, que não sei como principiar a tornar o que sinto abstrato em história de algo concreto.

Se meu coração acelera, se minhas pernas vacilam ao caminhar, se minhas palavras correm e meu olhar caminha até ti, o que significa? Há de significar algo para você?

Tudo é tão igual, mas tão diferente. Desejo mesmo é que seja diferente, e que seja bom. Seja um sonho a tornar real, uma história a escrever. Enfim, seja o que houver de ser.

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